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Curitiba não tem mar, mas tem stand up paddle. Veja onde praticar

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Parque Passaúna tem clube exclusivo para prática de stand up paddle. Foto Naideron Júnior/divulgação.

Parque Passaúna tem clube exclusivo para prática de stand up paddle. Foto Naideron Júnior/divulgação.

 

A célebre frase do poeta Paulo Leminski ficou conhecida pelos amantes da boêmia: “Curitiba não tem mar, mas tem bar”. As gerações que acompanharam o poeta e as que chegaram depois, no entanto, já tem motivo para questionar a máxima. Curitiba não tem mar, mas tem um parque com 6,5 milhões de m2 de área com um reservatório que, além de abastecer a cidade, ainda está se transformando em um reduto de stand up paddle: o Parque Passaúna.

Para quem não conhece, esses “pranchões” em que é possível remar em pé sobre eles, são perfeitos para serem usados em águas calmas, sem vento. Condições ideais encontradas no parque, que fica a pouco menos de 20 km de Curitiba e tem uma paisagem exuberante.  O potencial da prática do esporte no local despertou a atenção do fotógrafo Naideron Júnior, que desde 2012 encampa um projeto inédito no local.

Montou ali, o Passaúna Paddle Club, um complexo voltado à prática do remo nas modalidades Stand Up e canoa  havaiana. O local conta com restaurante, salas de aula, locação e guarda de pranchas e canoas. Desde que inaugurou o espaço, porém, tem enfrentado dificuldades com a manutenção do parque, mas nada que abale a vontade de praticar. Ele mesmo, literalmente, já arregaçou as mangas para limpar o parque e manter intacta a beleza do local.

 

Os 6,5 mii m2 do Parque Passaúna tem atraído cada vez mais visitantes e amantes do esporte. Foto: Naideron Júnior.

Os 6,5 milhões de m2 do Parque Passaúna tem atraído cada vez mais visitantes e amantes do esporte. Foto: Naideron Júnior.

 

O esforço tem dado resultado contínuo e, faça sol ou chuvisco leve, dezenas de pessoas passam todos os dias no parque para aprender ou praticar o esporte. Naideron explica que existe duas modalidades do equipamento, uma dedicada a iniciantes e outra a profissionais. Ambas chegam a reunir cerca de 500 pessoas por dia no local, nos dias mais movimentados.

E para quem pensa que é preciso sol para subir na prancha e “deslizar” sobre a água, está enganado. Os verões atraem mais curiosos, claro, mas quem já está acostumado pode praticar todos os dias do ano, já que o local abre diariamente, das 7 às 19 horas. “Só em dias de muito vento que não saímos”, conta Naideron.

Ele tem 20 pranchas para locação, além das canoas havaianas, mas outra modalidade que está aquecendo o clube é a “guarderia”, com profissionais que têm suas próprias pranchas e querem guardar o equipamento no local.

 

Iniciantes e profissionais podem

Iniciantes e profissionais podem “cair na água” sem medo. O reservatório é propício para a prática do esporte e os instrutores estão sempre por perto. Foto: Naideron Júnior/ divulgação.

 

As pranchas são maiores do que as convencionais, de surf, o que justamente caracteriza o esporte. As dedicadas à iniciantes ou de passeio variam de 8 a 13 pés, com uma média de largura de 28 a 35 polegadas. “São as mais comuns, já as pranchas de velocidade têm altura de 12,6 a 14 pés”.

O curioso é que o esforço que se faz sobre elas tem grande impacto na questão física. Naideron mesmo é um exemplo disso. Em um ano, praticando stand up paddle emagreceu 20 quilos. “O esforço de remar queima muitas calorias. Iniciantes perdem cerca de 500 calorias por hora e atletas profissionais chegam a perder 1,5 mil pessoas por dia”.

 

A canoa havaiana também é possível ser locada para grupos no parque Passaúna. Foto: Naideron Júnior/divulgação

A canoa havaiana também é possível ser locada para grupos no parque Passaúna. Foto: Naideron Júnior/divulgação

 

O Havaí é aqui

O Stand Up Paddle (SUP)  surgiu nas Ilhas Havaianas quando, no começo da década de 1960, os Beach Boys de Waikiki deram origem ao termo “Beach Boy Surf”. Eles usavam pranchas mais compridas que as comuns e remavam com remos de canoa principalmente com o objetivo de fotografar os aprendizes de surfistas.

A prática como é conhecida atualmente, porém, é bastante “jovem”. Começou nos anos 2000, quando os surfistas havaianos começaram a praticar o SUP como uma forma alternativa de treino, quando o mar não estava em condições para a prática do surf.  “Quando a condição climática está sem vento é ideal para praticar o esporte”, explica Naideron.

Naideron Júnior idealizou o projeto no Parque Passaúna e é um entusiasta do esporte: perdeu 20 quilos em um ano com a prática. Foto: divulgação.

Naideron Júnior idealizou o projeto no Parque Passaúna e é um entusiasta do esporte: perdeu 20 quilos em um ano com a prática. Foto: divulgação.

 

Para ele, um “impedimento” para que o esporte não deslanche de vez está justamente no preço do equipamento. Uma boa prancha de passeio custa em média de R$ 3 a R$ 5 mil. Já as profissionais podem chegar ao valor de R$ 25 mil. Transportar o equipamento não é tarefa fácil, por conta do tamanho da prancha.

Por isso, além do “estoque” de aluguel de dezenas de pranchas de passeios, o Passaúna Paddle Club inaugurou recentemente para os profissionais uma “guarderia”, para que os profissionais possam guardar seus equipamentos ali e ter mais facilidade na hora de praticar o esporte.

Para os iniciantes, não é necessário saber nadar, já que a prática exige coletes salva-vidas. Além disso, os instrutores acompanham o passeio que, segundo Naideron, é realizado em um dos locais mais propícios. “É melhor do que a praia porque não tem arrebentação, as águas são calmas, o que permite que o praticante fique em pé por muito mais tempo”, diz. Potencial para “praia” dos curitibanos, o Parque Passaúna tem.

SERVIÇO:

Locação de Stand Up Paddle se segunda quarta-feira: R$ 30 a hora. De quinta a domingo: R$ 50 a hora (individual). Locação de canoa havaiana: De segunda a quarta-feira: R$ 20 e de quinta a domingo: R$ 30. No local, tem estacionamento e restaurante e também é possível fazer planos mensais para prática e treino.

Onde: Rua: Ângelo Marqueto, 2840 – Augusta – Parque Passaúna

https://www.passaunapaddleclub.com/

 


Fonte Gazeta do Povo

 


 
 
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